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Soluções para a CRISE em PORTUGAL
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IDEIAS PARA MUDAR PORTUGAL <table style="mso-cellspacing: 0cm; mso-yfti-tbllook: 1184; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;" class="MsoNormalTable"> <tbody> <tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-lastrow: yes;"> <td width="573" style="background-color: transparent; width: 429.7pt; border: #ece9d8; padding: 2.25pt;">Acredite, que solução para resolver a crise em Portugal passa primordialmente, pela necessidade urgente de MUDAR a MENTALIDADE do CIDADÃO. IDEIAS ÚTEIS PARA MUDAR O RUMO DE PORTUGAL ============================================================== 1º -Acima de tudo, a União Europeia deveria defender o direito dos cidadãos e vigiar as atividades governamentais quanto às inconstitucionalidades existentes que violam os direitos do cidadão.
Os cidadãos portugueses, ou não, tal como a troika, têm o dever de andaremesclarecidos quanto ao relatório de contas do estado totalmente discriminado em relação às despesas e às receitas mensais e/ou trimestrais, (mesmo em relação aos gastos diários com os cartões de crédito do estado (dinheiro do povo), assim como o seu respetivo titular), estando acessível a todos os cidadãos por meio da Internet eDiário da República. Ou então acabem desde já com eles eos deputados que usem o seu vencimento para trabalhar tal como faz o povo.
O exemplo tem de vir de cima e não de baixo.
"POVO ESCLARECIDO SERÁ UM POVO MAIS UNIDO"
O nosso GOVERNO EXISTE para DEFENDER o CIDADÃO, assim como o SISTEMA JUDICIALdeve PROTEGER o CIDADÃO E NÂO AS EMPRESAS.
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2º -Na minha opinião, e provavelmente a de muitos cidadãos,
"O cidadão deveria ser o último a sofrere não o PRIMEIRO".
Deste modo, parece-me muito mais correto, tentar recuperar a nossa economia nacional,criando condições à produção para consumo, garantindo assim a empregabilidadedos cidadãos e promover uma campanha capaz de incutir aoscidadãos a responsabilidadeda aquisição dos produtos nacionaisem detrimento dos produtos internacionais, parasalvaguardar a nossa economia, as nossasempresas e os nossos empregos. Para isso,é necessário reestruturar todo o sistema transacional ou de mercadono País. São os produtores e os operários que sustentam o prestígio de uma empresa e por sua vez deveriam ser os beneficiários com uma percentagem dos lucros,ou mesmo uma subida mais do que justa do ordenado, por forma a sair da recessão e fomentar o consumo. Todaviaos lucros sãodistribuídospelos patrões,pelos acionistas e pelos diretores ou gestores das empresas, tendo em conta que muitos deles usufruem de posições privilegiadas,e não pelos operários que tanto trabalharam em prol da idoneidade da empresa.
A solução poderia passar por criar em todos os sítios do país, mercados centrais para mediação dos produtos nacionais, onde:
Os produtores pudessem negociar diretamente os seus produtos com o mercado nacional, segundo um preçário estipulado e a qualidade do produto, dando a ganhar ao produtor e não às várias pessoas intermediárias que encarecem os produtos antes da chegada deste ao posto de venda para o consumidor.
Da mesma forma seria um mercado central abastecedor de produtos nacionais para as pequenas, médias e grandes empresas que por sua vez deveriam ser obrigadas a ter 60% de produtos nacionais nas suas prateleiras de modo a fomentar o consumo dos produtos nacionais, assim como deduções fiscais bonificadas para quem os venda e para quem os compre.
Só assim será possívelrecuperar alguns dos nichos do mercadonacional,tais como os setores: agrícola, piscícola, etc.., e fomentar a competitividade que foi destruída nos últimos 15 anos pelas más decisões políticas que:
- Permitiram as fronteiras escancaradas aos produtos internacionais, quepromoveram o negóciolícito e ilícito por parte de pessoas influentes, assimcomo a corrupção, fuga ao fisco, criminalidade, violência e tráfico de tudo e mais alguma coisa.
O nosso sistema jurídico, baseado nas leis atuais, nada pode fazer,mas pode e deve fiscalizar as fronteiras 24h dia, pois não é ilegal e serviria de controlo para o tráfico e/ou negócios ilícitos, assim como fuga do capital financeiro do país e mesmo intersetar produtos roubados.
- Permitiram a invasão das grandes superfícies comerciais pelo país que promoveram uma concorrência desleal ao comércio local nacional,asfixiando-o completamente.
No meu entender as grandes superfícies comerciais, primeiro nunca deveriam ser construídas nos centros urbanos, mas sim nas periferias de modo a estimar a economia nacional, todavia mais uma vez as másdecisões políticas fizeram moda em todo o país. Segundo as grandessuperfícies comerciais deveriam ser obrigadas a ocupar asprateleirascom 70% de produtos nacionais e com 30% deprodutosinternacionais,no caso de existir produção nacional do produto, claro, procurando incentivar também os clientes a comprar os nossos produtos nacionais em prol de melhores regalias fiscais do que os produtos internacionais.
Esta deveria ser a mentalidade a incutir no comércio e no cidadão português.
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3º -Para as situações complicadas, em prol da má gestão dos políticos, sãonecessárias medidas extremas, para recolocar o país no seu devido caminho.
O negócio ilícito existe desde sempre e cada vez mais de forma mais acentuada, tais como, a prostituição e o consumo de estupefacientes,onde ambos representam umagrande fatia do capital financeiroque é movimentadoe é perdido todos os dias pelo estado português, pois este dinheiro vai para o país produtor, para intermediários (Chulos e Traficantes) completamente livres de impostos.
Na minha opinião, estas pessoas deveriam pagar impostos sobre o que ganhamcomo mercado ilícito, mas para isso énecessário torná-lo legal com regras econdições, assim como fiscalizá-los. Deste modo reduz-se a criminalidade portráfico, oferecem-se melhores condições para a mulherque pretenda sustentar-sefinanceiramente com avenda do seu próprio corpo (prostituição ou acompanhante), assim como gera mais receita.
Denote-se que o pormenor mais saliente, é o encaixe financeiro por parte do estado com os impostos cobrados sobre estes nichos de mercado, que ultimamente têm crescido imenso e apenas têm beneficiado e enriquecido pessoas de má índole (chulos e intermediários) e narcotraficantes.
O CIDADÃO honesto e trabalhador tem sempre de compensar este BURACO.
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4º -Toda esta a má gestão política realizada até agora, deveria serseveramente punida em caso da existência de corrupção ativa. Mas para isso, é necessário reformular as leis do sistema jurídico que protegem os advogados, bastonários, políticos e cidadãos de grande influência social através de engenhos técnicos (recursos sucessivos ou mesmo refutar as provas evidentes e denunciantes existentes, alegando por leis dúbias, de serem obtidasilegalmentepela acusação), permitindo aos envolvidos que nunca cheguem a serjulgados. Ou seja, hoje vivemos uma justiça cega, que na atualidadedá mais valor à vitória técnica e não à justiça social e moral.Isso tem de mudar e urgentemente, é necessário mostrar ao cidadão que o sistema judicial éintransigente no que toca àcorrupção ativa, mesmo quando as provas sejam obtidas de forma ilegal por parte do MP (Ex: escutas)
Façam a justiçacom a verdade moral e socialem vez da verdade técnica, que só prejudica os pequenos.
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5º -Estas medidas de austeridade, deveriam começar no TOPO da hierarquia e não na BASE. O caminho político nacional e internacional traçado nos últimos 20 anos, está a levar à bancarrota os pequenos países da união europeia e através do efeito de bola de neve irá com certeza arrastar os países maiores, é dedenotar que para os grandes países não existe verba para um possível resgatefinanceiro, tais como a Itália, a França, a Alemanha, etc...(note-se que todos os países têm dívidas, e que são proporcionais ao PIB e nãoà dimensão do respetivo País que possibilita maior crescimento do PIB).
Claro que desfavorece os países mais pequenos porque o PIB é mais limitado.
Os países que aderiram, ou pretendem aderir à União Europeia, têm de/ou assinar(am) uma clausula que impossibilita o respetivo país de imprimir moeda. (Sendo esta impressa pelos organismos responsáveis da União Europeia), Todavia, quem não pertence à união europeia continua a imprimir o seu dinheiro, tais como os países: da AMÉRICA; da ASIÁ; da OCEANIA; da ÁFRICAe do MÉDIO ORIENTE. (Estes países são apenas penalizadosna respetivadesvalorização da sua moeda nacional, à medida que vãoimprimindo a sua moeda, interferindo apenas nas políticas comerciais intercontinentaise não nas políticas comerciais internacionais ou nacionais).
Estes países, externos à União Europeia, aproveitaram este nicho do mercado, e decidiram imprimir dinheiro a rodos e emprestar desalmadamentea todos os países da União Europeia.
O acesso por parte dos políticos da UE Criado por filipe_conde (5 comentário) quase 14 anos |
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Mais uma vez o texto não está a ser transferido totalmente para aqui. Visitem a minha pagina pessoal, para isso basta pesquisar no google por Pagina de Filipe Conde
Obrigado pela vossa atenção Filipe conde |
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Gostei deste extracto ;) |
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Só a ideia de terem de cumprir as regras expostas, eles (governantes) até pensam que somos uns tolinhos armados em palermas: mas só até àquele dia...o tal... |